Desde 1856, a Confeitaria Peixinho é a mais antiga casa de Ovos Moles de Aveiro
29 Nov, 2021 Última Actualização 4:49 PM, 29 Nov, 2021

Desde 1856, a Confeitaria Peixinho é a mais antiga casa de Ovos Moles de Aveiro

 

Um espaço singular e especial, junto à Ria de Aveiro, para uma experiência única. Assim é a Confeitaria Peixinho, a oferecer à cidade todos os requintes da doçaria conventual. Trata-se da mais antiga casa de ovos moles de Aveiro. Fundada em 1856, a Confeitaria Peixinho é o epicentro da tradição e originalidade da doçaria regional aveirense e tem o privilégio e a responsabilidade de ser a casa mais antiga de Ovos Moles de Aveiro.

Como expressão maior da doçaria conventual portuguesa criada pelas freiras da região, numa receita com mais de cinco séculos, a qualidade e tradição são hoje asseguradas pelo saber fazer de anos de paixão e amor dedicadas a esta arte do doce manjar conventual.

A origem dos ovos moles de Aveiro data do século XVI, muito antes até da criação da cidade. Há várias lendas sobre a sua criação, mas a verdade é que a receita foi passada de boca em boca e manteve-se até hoje graças às mulheres que eram ensinadas pelas freiras dos conventos da região.

Os ovos moles foram a primeira iguaria conventual portuguesa a receber o estatuto de proteção pela Comissão Europeia e também a distinção de Indicação Geográfica Protegida.

Mantendo a receita original dos Ovos Moles de Aveiro, garantindo que o mundo os perceciona enquanto o doce fino que sempre foram, a Confeitaria Peixinho orgulha-se de colocar os Ovos Moles de Aveiro no patamar da excelência, elevação e singularidade que estes merecem. A receita dos ovos moles foi, então, passada de boca em boca e manteve-se até hoje graças às mulheres que eram ensinadas pelas freiras dos conventos da região.

A cidade de Aveiro e a sua tradição piscatória são, desde sempre, o mote para a apresentação dos Ovos Moles. Servidos num invólucro de uma fina hóstia, pela influência conventual que lhe está na origem, a proximidade do mar e a beleza da Ria oferecem a inspiração. Em forma de conchas, búzios ou peixes, os Ovos Moles também se apresentam em forma de barricas, num tributo prestado aos barcos moliceiros, que no passado transportavam em barricas o moliço da Ria.

A conservação dos Ovos Moles dispensa o frio. A receita original de ovos moles teria sido, segundo a lenda, criada exatamente para evitar a deterioração das gemas dos ovos que eram oferecidas às freiras do Convento de Jesus. Como este é um doce que não fermenta, o frio leva à cristalização do açúcar, o que subverte o prazer da prova da massa, que deve ser cremosa e sem grânulos. Na Confeitaria Peixinho asseguramos uma validade de 15 dias, mas recomendamos que os ovos moles sejam consumidos num prazo limite de 6 dias, para desfrutar em pleno do seu sabor.

Temperatura ambiente e fechados na caixa para não estarem expostos ao ar são as condições ideais para prolongar o prazer do sabor genuíno, enquanto vence a tentação de reduzir a zero o conteúdo da caixa. Além dos Ovos Moles, os bombons, moliceiros, castanhas, barquinhos, broinhas, cornucópias, glorinhas, ninhos, delícias e os suspiros – cada um deles uma especialidade produzida com Ovos Moles -, constituem um delicioso roteiro gastronómico capaz de criar água na boca ainda antes de provar. Mas há outras doces tentações na Confeitaria Peixinho, assentes na arte ancestral da confeção de doces tradicionais portugueses.

Com portas abertas desde 1856, a Peixinho espera por si.

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